Por: Chris Gnata

Eu amo essa foto aí de cima, tirei pensando nela exatamente nesse lugar, mas demorei a colocar aí pois não estava muito confortável com as marcas das minhas costas... Mas hoje eu pensei, essa sou eu, e sim, eu tenho marcas, e não só nas costas, tenho muitas, até na alma... como todo mundo.

A foto linda é do Luíz Rodrigues, e foi tirada num projeto que eu amo-de-paixão e o vocês deveriam conhecer, bem aqui!

Sejam felizes. Diariamente :)

terça-feira, 24 de julho de 2012


Quase 1 ano sem postar... Desnaturada é pouco pra mim. Eu admito. E não foi por falta de cobrança da amiga Karine, né?

Pra voltar e não perder quase nada, eu resolvi fazer um resumo do melhor e do pior de mim nesse tempo.

Até que foi um exercício bem legal pra me re-conhecer em 2012.

Porque foi nesse ano que eu parei de trabalhar com a Body Systems, não porque não ame a filosofia deles de todo coração, mas porque ela é perfeita para eles. E eu passo longe ser uma
professora de educação física. Então eu decidi ter as minhas próprias filosofias. 



E foi nesse ano também eu entrei na Iron, e logo eu que sempre tive certeza que o meu lugar no mundo era a Brasil Wellness, me peguei gostando de estar em outra academia. E foi muito legal, mas acabou. Então esse também foi o ano que eu saí da Iron, e pedi um tempo na relação com o meu personal friend Eidimar Maia. Não porque não ame o trabalho que ele faz, mas porque também tô amando fazer outras coisas. E foi assim que eu, a mais apaixonada de todas pelo fitness, troquei o fitness pelo ballet. 



Eu fiz ballet quando era adolescente e, como toda adolescente, lógico que eu quis parar. Porque eu sou dessas, que de vez e quando precisam desapegar das coisas e das pessoas. Algumas vezes eu me arrependo. Aí esse ano eu voltei. Comecei na Gesto’s Ballet e conheci lá uma galera que eu to adorando conviver. Mas as aulas. Essas sim são um capítulo a parte. 

Digo isso porque do alto dos meus 37 anos, meus joelhos não são mais os mesmos, meus pés não são mais os mesmos, e mesmo eu jurando pra eles que já pus uma sapatilha de ponta, eles teimam em não acreditar. E a flexibilidade então? Essa tem melhorado a cada dia, mas passa bem longe das minhas colegas de sala de 12 anos. É triste, mas é real. Minha idade e meu corpo já não são mais os mesmos. E eu preciso emagrecer. E essa é a primeira coisa que lembro todo dia quando coloco o colant.

Esse ano eu também passei um verão delicioso. Essa que já é a minha estação do ano favorita foi melhor ainda porque passei quase todos os dias afundada na piscina-presente-de-natal- da-minha-mãe. Ela era de plástico, dessas de inflar, e fez uma diferença incrível nas tardes  e calor.

Foi em 2012 também que eu larguei meu cabeleireiro e a loirice que me acompanhava já há alguns anos. Faz um tempo eu venho sentindo uma vontade de ser mais natural, mais eu, e algumas coisas que me importavam tanto já não parecem tão importantes assim. E lá se  foram o piercing do umbigo e o cabelo loiro.



A coisa mais linda que aconteceu esse ano que fiquei longe foi ganhar a Baby no meu aniversário. Uma Lhasa Apso tão linda e bagunceira que encheu a minha vida de alegria. E de tristeza quando ela se foi. 


Ela morreu 1 mês depois que eu ganhei. E eu nunca mais soube o que é ser feliz  completamente. Lembro dela todos os dias. Saudade eterna da minha bebê.


O texto gigante termina quando eu comprei um celular novo, e posso postar super facilmente dele. Pelo menos textos mais curtos que esse. Então me bateu aquela saudade do meu infinito. 


Que continua meu, continua infinito e muito particular. #amo

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